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A Fapespa lamenta profundamente a morte de Camillo Martins Vianna

A Fapespa lamenta profundamente a morte de Camillo Martins Vianna

Ele foi um dos pioneiros no Estado e na Região Amazônica a falar sobre a preservação do meio ambiente assim como da floresta.

Data: 11/09/2019

A Fapespa lamenta profundamente a morte de Camillo Martins Vianna, ícone da medicina e preservação ambiental do Pará. Ele foi um dos pioneiros no Estado e na Região Amazônica a falar sobre a preservação do meio ambiente assim como da floresta. Conhecedor profundo da flora e fauna amazônicas, seus estudos e trabalhos são referência para pesquisadores, jornalistas e entidades preocupados com a preservação da Floresta Amazônica.

Vianna buscou sempre sensibilizar gestores públicos e a sociedade em geral acerca da necessidade de serem preservados os recursos naturais na região, como estratégia de sobrevivência não apenas dos povos e comunidades tradicionais que vivem na Floresta Amazônica, mas, também, cidadãos dos núcleos urbanos. Por diversas ocasiões, o médico e ambientalista posicionou-se em manifestações contra o desmatamento e uso irracional de áreas verdes na região.

Idealizou as Semanas Amazônicas de Preservação e organizou o 1º Encontro dos Povos Indígenas do Xingu. Camilo Vianna atuou na educação, saúde e meio ambiente na Região do Tapajós e contribuiu na alfabetização de comunidades ribeirinhas, inclusive, utilizando cordéis. Atuou como vice-reitor e pró-reitor de extensão da Universidade Federal do Pará. 2018, quando a Universidade do Estado do Pará (Uepa) completou 25 anos, Camillo Vianna recebeu o título de doutor honoris causa em reconhecimento ao seu trabalho em prol da região que tanto amou.

 

 

 

 

Fonte: Eduardo Rocha – O Liberal com contribuição da ASCOM – FAPESPA

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